terça-feira, 19 de agosto de 2008

Imagens da nova família GOL

Que a VW Saveiro ganhará uma profunda reforma inspirada no novo Gol já não é novidade. Que a versão sedã do compacto VW retornará depois de muitos anos após a saída de linha do Voyage também não é novidade. A novidade é que hoje foram exibidas pelo site “Best Cars” imagens de como possivelmente os dois modelos serão. Nota-se que a picape sucessora da Saveiro conta com um desenho robusto e moderno, além de provavelmente contar com uma versão de cabine estendida, para fazer frente à líder do segmento (e recentemente reestilizada), Fiat Strada. Mas como é possível notar na imagem, o modelo, que está representado em escala, têm escrito na placa VW 2006, sugerindo talvez que esse projeto seja de dois anos atrás e que o projeto atual tenha linhas diferentes.

Já o sedã tem grandes chances ter seu desenho inspirado em outro modelo da montadora, o Passat CC. Se a imagem for realmente verdadeira, o modelo terá belas linhas, tornando-se um dos mais belos do segmento. O novo “Voyage” (o nome do modelo ainda não foi definido) será apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro deste ano. Já a “Saveiro” tem seu lançamento previsto para 2009.

Volkswagen toma liderança da Fiat na primeira semana de Agosto

Líder em vendas de automóveis há mais de 16 anos, no Brasil, a Fiat perdeu o posto máximo da comercialização de veículos nesta quinzena. Os números divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores) apontam 26,16% de participação de mercado de automóveis - excluindo os comerciais leves - para a Volkswagen, enquanto a ex-líder Fiat abocanhou uma fatia de apenas 24,9%. Diferentemente do que parece ser, o novo posto da alemã não foi conseguido graças ao recém-lançado Gol. Tal fato se deve à baixa das vendas de alguns dos principais modelos da Fiat. Alguns afirmam que a fábrica da montadora italiana teve sua produção paralisada por alguns dias, devido a alta demanda dos seus produtos - o que ocasionou o chamado ‘gargalo na produção’.



Principal modelo da marca italiana, o Palio registrou queda nas vendas em relação ao mesmo período do mês passado, quando foram vendidas 10.078 unidades. Na primeira quinzena de agosto, apenas 7.293 unidades do compacto foram emplacadas. O Punto também não se safou da queda: de 1.919 para 1.637 unidades. Até o Gol, considerado o principal alavancador da VW, reduziu seus números, comercializando 13.715 unidades, ante as 14.045 dos primeiros quinze dias do mês de julho. Por outro lado, o Fox não se abalou com a chegada do irmão menor e registrou crescimento nas vendas (de 5.095 para 5.182).

Dodge lança Journey oficialmente no Brasil


A Dodge iniciará as vendas do crossover Journey no País nesta semana. A versão SXR, a única que chega por aqui, custará R$ 98.900. O modelo, que é fabricado em Touca, no México, chega ao Brasil com preço competitivo graças ao acordo comercial entre os dois países, isentando assim as taxas de importação.

Equipado com motor V6 2.7l de 185 cv, o Journey chega aos 100 km/h em 10,8 segundos e atinge até 182 km/h. O câmbio será automático de seis velocidades, com opção de trocas manuais, graças ao sistema AutoStick. A lista de itens de série do modelo é bem completa, e conta com equipamentos como airbags de cortina, nos bancos traseiros e frontais, estes últimos contando com múltiplos estágios, além de freios ABS, ESP (controle de estabilidade) e sistema anti-capotamento, entre outros.


O modelo tem grandes chances de vender bem no Brasil, já que seus principais concorrentes em porte (Hyundai Santa Fe, Mitsubishi Outlander e Land Rover Freelander) custam em torno de 130 mil reais. Já em preço, o Journey concorre com Hyundai Tucson GLS (R$ 104.900), Honda CR-V LX (R$ 94.500), Kia Sportage 2.7 (R$ 99.900) e Mitsubishi Airtrek (R$ 96.990).

Aston Martin anuncia esportivo de 1milhão de libras

Batizado de One-77, o novo super-esportivo da montadora britânica teve sua primeira imagem oficial revelada. Como sugere o nome, serão produzidas apenas 77 unidades do exclusivo modelo, cujas vendas começam no início de 2009, na Inglaterra. Poucas informações do esportivo, em carroceria cupê, foram divulgadas pela marca. Custando exorbitantes £ 1.000.000, o equivalente a pouco mais de R$ 3.000, o Aston Martin One-77 virá equipado com um propulsor 7.0l V12.
Apesar da potência não divulgada, além da ausência de detalhes técnicos, sabe-se que ele atingirá cerca de 322km/h, segundo dados do fabricante. A aceleração de 0-100kmh em 3,5s é apenas uma estimativa. Montado sobre um chassi de fibra de carbono, a carroceria é feita totalmente em alumínio, reduzindo o peso e apimentando o desempenho. Primeiro projeto totalmente autônomo da empresa britânica depois de deixar o grupo Ford, o One-77 será apresentado no Salão Internacional de Paris, em outubro deste ano. Seus principais concorrentes serão esportivos topo de linha de Porshce, Ferrari e outras tradicionais montadoras.

Ford Ka será uma das estrelas do próximo 007

Flagrado no set de filmagens do novo filme do astro James Bond, a ‘estrela’ Ford Ka foi finalmente revelada na série. Recentemente apresentado na Europa, o compacto mostrará ao mundo suas simpáticas formas, mesmo antes de ter começado suas vendas. No novo longa-metragem, que chega aos cinemas mundiais no fim deste ano, o Ka carrega o papel de principal veículo da espiã Camille, interpretada pela modelo e atriz ucraniana Olga Kurylenko.

Como no último filme do astro, a Ford revela as linhas de mais um modelo antecipadamente. Da outra vez, o Mondeo que marcou sua presença — um tanto rápida, por sinal. O Ka do 007 ganhou modificações estéticas leves, porém sem alterar sua identidade e sugerindo novos detalhes pro modelo de série, como por exemplo a tonalidade dourada. Chegando às lojas européias no começo do ano que vem, a nova geração do compacto baseado no Fiat 500 será produzido na mesma planta do modelo italiano, em Tychy, Polônia.

SSANGYONG ACTYON SPORTS PICK UP


SsangYong Actyon Sports Pick Up - Já na pick up garantem uns ares de graça, pela sugestão às famosas, e arredondadas, pick up americanas. A Actyon Sports apresenta-se assim como uma das pick up mais singulares do mercado e revela virtudes capazes de garantir algum público. É que se, de um modo geral, para não dizer universal, as pick up apresentam um habitáculo que não esconde a génese de veículo de trabalho, com abundância de plásticos rijos, a Actyon Sports brinda os passageiros com um «salão» aprumado, mais parecendo um convencional SUV. O desenho é algo antiquado e até excessivamente sóbrio, porém o tablier e as portas geram uma boa atmosfera, pela qualidade dos revestimentos, que são suaves ao toque. Neste nível Limited, o mais elevado, há ainda o bónus das diversas aplicações em pele e dos estofos também em pele. Os bancos têm um desenho desportivo e são envolventes, mas o índice de conforto não é uma das suas qualidades. A suspensão é muito branda, e os amortecedores não cumprem o seu papel de forma eficiente.
O motor é pouco solícito até às 2000 rpm, e não é um poço de energia, mas depois desta etapa não desaponta na genica, acusando apenas alguma gula, também como consequência da caixa ter apenas cinco velocidades. Fora de estrada, a Actyon Sports sente-se inibida por trazer pneus de estrada.

BUGATTI

Bugatti é uma marca de automóveis fundada por Ettore Bugatti em 1909, com sede na cidade francesa de Molsheim, na Alsácia. Depois de muitos altos e baixos, ela passou para o controle italiano em 1991, com sede em Modena, onde foram montadas várias unidades do modelo EB 110. Mas a aventura durou pouco e logo a marca entrou em falência. Em 1998 os direitos sobre a Bugatti foram adquiridos pelo Grupo Volkswagen, que por enquanto só introduziu a produção em série de um modelo: o Bugatti Veyron. Especula-se que o próximo modelo da marca terá quatro lugares, usará uma plataforma exclusiva e usará o motor do Veyron, mas posicionado na dianteira. Um de seus modelos, o T35 (Tipo 35), iniciado em 1924, é considerado o maior vencedor de corridas de todos os tempos, atribuindo-se-lhe 1850 vitórias em competições.

O CARRO MAIS CARO DO MUNDO



Que pessoa nesse planeta não teria vontade de pilotar uma máquina dessas. São simplesmente 1001 cavalos de potência, motor W16, 4 turbo-comprimidos e 10 radiadores pra deixar muito carro no chinelo. Nessa belezinha aí você pode chegar de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos. Se você não desmaiar presenciando esse milagre e continuar pisando no acelerador, o Veyron é capaz atingir 405 km/h. Não, isso não é um avião. Olha bem a foto que você vai ver que é um carro mesmo! Em 14.8 segundos ele vai de 0 a 301 km/h. Só fazendo uma comparação, em 15 segundos o Veyron deixaria o F2005 de Schumacher comendo poeira, já que a linda Ferrari que forneceram ao nosso amigo Schummy não teria mais marcha pra continuar a disputa.

BUICK

Buick é uma marca de automóveis americana pertencente à General Motors. Seus modelos são vendidos na América do Norte, China, Taiwan e Israel.

Buick surgiu como um fabricante independente automóvel, o 'Buick Motor Company', incorporada em maio 19, 1903 pelo escocês-americano David Dunbar Buick (quem inventou o overhead válvula do motor em que o sucesso da empresa foi baseado), em Detroit, Michigan. Mais tarde naquele ano, a empresa foi adquirida lutando por James H. Whiting (1842-1919), que fundamenta-a para sua cidade natal de Flint, Michigan, e trouxe na Willian C. Durant em 1904 para gerir a sua nova aquisição. Buick vendeu seu estoque de uma pequena quantia à partida, e morreu em circunstâncias modestas vinte e cinco anos mais tarde.
Durant foi um naturais, Buick e logo se tornou o maior fabricante de carros da América. Usando os lucros a partir deste, Durant embarcou em uma série de aquisições corporativas, chamando a nova mega-corporação General Motors.
Na primeira, os fabricantes compreendendo General Motors competem entre si, mas que terminou Durant. Ele queria General Motors divisão para cada alvo de uma classe comprador, e em seu novo sistema Buick estava perto do topo-só o Cadillac marca tinha mais prestígio.
Em 1911, Buick introduziu seu primeiro carro-Corpo fechado.

CADILLAC

CHEVROLET

Chevrolet é uma montadora de veículos motorizados americana pertencente a uma das maiores marcas de automóveis do mundo, a General Motors juntamente com as europeias Opel e Vauxhall.
A Chevrolet, nos Estados Unidos, marcou época produzindo carros conhecidos internacionalmente como o Corvette e o Camaro.

Chevrolet No Brasil
Fundada em 1924 a Gemeral Motors Brasil em São Paulo.
No ano de 1968, a Chevrolet Brasil anuciou oficialmente o projeto do seu primeiro carros de passeio, o Opala.
No ano de 2004, a Chevrolet Brasil foi lider de vendas de automoveis e comerciais leves. Além disso, a Chevrolet completou 80 anos no país.
Em 2005 a Chevrolet investiu na remodelação do Vectra, que passou a ser um sedã equivalente ao Opel Astra alemão.
Em 2006 a Chevrolet lançou uma reestilização do Celta e, em outubro, a versão sedã do carro, chamada Prisma.

CHRYSLER

A Chrysler Corporation era uma fabricante americana de automóveis independente de 1925 a 1998. O primeiro automóvel da marca norte-americana Chrysler, fundada por Walter Percy Chrysler, foi apresentado a 5 de janeiro de 1924, com a designação de Six. Tratava-se de um automóvel de gama média que apresentava uma série de novidades pouco comuns nesse tipo de viaturas, como um motor de alta-compressão com pistões de aluminio. Walter Chrysler tinha adquirido experiência no ramo automóvel ao trabalhar em cargos de chefia de empresas como a Buick ou a General Motors.
Dois anos depois, a Chrysler entrou no segmento dos carros de luxo com o modelo Imperial E-80, que na altura alcançava as 80 milhas por hora. Em 1928, a Chrysler, que tinha Walter Chrysler como presidente, comprou a Dodge, uma importante empresa de fabrico de motores. Nesse ano começou a produzir os modelos De Soto e Plymouth.

Chrysler Imperial de 1934.
Em 1935 Walter Chrysler demitiu-se da presidência da empresa, numa altura em que esta era já das principais marcas de automóveis norte-americanas.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Chrysler forneceu às forças aliadas cerca de meio milhão de caminhões Dodge, assim como tanques Sherman M4, os mais utilizados pelas tropas norte-americanas.
Em 1951 a marca apresentou o motor Hemi V-8, o mais potente destinado a carros de passageiros. Quatro anos mais tarde, o Chrysler 300, equipado com este motor, era o carro de passageiros mais potente do mundo.

Chrysler de 1959
Em 1957, depois de uma grande expansão interna no pós-guerra, a Chrysler formou uma equipa de operações internacionais sedeada na Suiça para vender os seus modelos na Europa. O ano de 1958 ficou marcado por uma inovação mundial introduzida pela marca, ao disponibilizar nos seus modelos o controlo automático de velocidade. No ano seguinte, lançou um dos primeiros carros compactos da história do automóvel, o Plymonth Valiant.
Em 1983 lançou-se na produção de mini-carrinhas, a Dodge Caravan e a Plymouth Voyager, criando assim um novo segmento de mercado. No ano seguinte, adquiriu parte da Maserati e em 1987 comprou a Lamborghini, ambas marcas italianas de prestígio. É ainda em 1987 que a marca norte-americana volta a entrar no mercado europeu.
Em 1992 apresentou o Dodge Viper, um carro superdesportivo de dois lugares que foi o primeiro da marca a ter origem numa plataforma comum a outros modelos Chrysler. Nesse mesmo ano, lançou uma linha de carros familiares constituída pelo trio Chrysler Concorde, Dodge Intrepid e Eagle Vision.

Chrysler PT Cruiser de 2003.
Quatro anos depois a marca já era vendida em mais de cem países. O modelo mais vendido era o Jeep Cherokee. Nesse ano, a Chrysler foi considerada pela conceituada revista de negócio "Forbes” como a empresa do ano.
A Chrysler e suas subsidiárias tornaram-se parte da alemã DaimlerChrysler depois de ser comprada em 1998 por Daimler Benz.
O nome Chrysler LLC foi adotado após a dissolução da DaimlerChrysler AG em 2007: Em 14 de de maio de 2007 foi anunciada a venda da Chrysler para o Cerberus Capital Management, tendo em vista a não-realização das sinergias prevista na época da fusão

CITROËN


Citroën é uma fabricante de automóveis francesa fundada em 1919 por André Citroen e hoje parte da PSA Peugeot Citroen. Sua matriz é situada em Paris, rue Fructidor. Originalmente um fabricante com projetos relativamente simples, o carro da Citroën chocou o mundo em 1934 com a inovadora Traction Avant (tração dianteira) (1934-1956). Até o final dos anos 80 a companhia teve reputação de projetar carros de uma maneira original. Modelos significativos posteriores incluem a camionete de H (1947-1981, "HY"), 2CV (1948-1990,"The Duck"), DS (1955-1975, "Goddess") e CX (1974-1991).

O início

Anos 40/50 Citroen Legere

1955 2CV

1967 DS Pallas

1974 SM


1982 CX

1991 Citroen BX

HY

Citroën DS

Citroën Acadiane

2002 Citroen Xsara Picasso.

Citroen C5 SX, 2003

2006 Citroen C6 Sedan
A história de Citroën começa com o fundador da companhia, o engenheiro André Citroen. Construiu armamentos para a França durante a Primeira Guerra Mundial, mas depois da guerra ele tinha uma fábrica e nenhum produto. Em 1919 começou a produzir automóveis, começando com o modelo convencional tipo A.
O símbolo da companhia, ainda usado até hoje, é o "double chevron", referenciando o trabalho anterior da Citroën a engrenagem ou hélice helicoidal.
André Citroën era um comerciante esperto - ele usou a Torre Eiffel como o maior cartaz de propaganda do mundo, segundo o Livro dos Recordes. Patrocinou também expedições à Ásia e África, com a intenção de demonstrar o potencial de seus carros equipados com sistemas de tração Kegresse para regiões hostis. As expedições eram um sucesso de publicidade.
Em 1924, Citroën começou uma parceria com o engenheiro americano Edward G. Budd. Em 1899 Budd trabalhou no desenvolvimento de pressed-steel para carros de estrada de ferro, Companhia Pullman em particular. Budd produziu aço para muitos fabricantes de automóveis, a Dodge foi seu primeiro grande cliente. Em 1928, Citroën introduziu o primeiro veículo totalmente em metal na Europa.

Concorrência


No início os carros tornaram-se um sucesso. Mas logo os competidores, que ainda usavam madeira na estrutura de seus veículos, passaram a adoptar o novo design. Citroën não teve oportunidade para redesenhar a estrutura de seus veículos e estes passaram a ser vistos como retrógrados. A Citroën vendeu em grandes quantidades apesar do visual retrô, pois o baixo custo e a leveza do carro eram seus pontos mais fortes.
Isto encourajou André Citroën a desenvolver o Traction Avant, um carro tão inovador que não haveria concorrentes à altura em competições. O Traction Avant tinha três características revolucionárias: a estrutura monobloco, suspensão independente nos pneus dianteiros e a direção frontal. Citroën pagou uma comissão a Budd pela criação do protótipo, o qual desenvolveu no Onze Légère e o 7 CV(5kw) Traction Avant em 1934.
O Tractio Avant viria a estabelecer o padrão a seguir, sendo utilizado trinta anos depois pelo Mini, Volkswagen Golf e hoje por quase todos os fabricantes.
O rápido desenvolvimento do Traction Avant foi dispendioso e contribuiu para a ruína financeira da companhia. Em 1934, as dívidas forçaram a companhia a declarar falência; o que aconteceu quando foi adquirida pelo seu maior credor, a companhia de pneus Michelin. Felizmente para a Michelin, o Ttracton Avant foi bem aceito pelo mercado e a filosofia básica com que se havia chegado a este design continuou.

Ocupação alemã


Durante a ocupação alemã da França, os investigadores da Citroën continuaram com o seu trabalho e desenvolveram os conceitos que mais tarde chegaram ao mercado pelos modelos 2CV (Dois Cavalos) e DS (carinhosamente apelidado por boca-de-sapo). Estes foram largamente criticados pelos jornalistas comtemporâneos como radicais e até mesmo como soluções AVANT GARDE para o design automóvel.
Isto iniciou um estranho período de lealdade à marca, normalmente visto apenas num nicho do mercado automóvel, em marcas como a Porsche e a Ferrari - o culto- uma espécie de desejo pelos carros por parte dos Citroënistas que duraria quase duas décadas até finalmente terminar - de 1975 até cerca de 1995.
A Citroën lançou o 2CV (dois cavalos na língua portuguesa) no Salão de Paris em 1948. Este carro tornou-se um bestseller - conseguindo alcançar o objectivo do designer de providenciar aos franceses do mundo rural um substituto motorizado do cavalo. Este carro manteve-se em produção praticamente sem alterações até 1990.
Citroën DS

O ano de 1955 assistiu à introdução do DS, que foi o primeiro modelo a introduzir o agora famoso sistema de Suspenção hidropneumática que foi testado na suspensão traseira dos últimos modelos Traction. O DS foi o primeiro carro produzido em série com Travões de disco.
O DS apresentava direcção assistida, sistema de travagem melhorado e suspensão hidropneumática. A partir de 1968 incluía também faróis direccionais, accionados por meio de um dispositivo hidráulico (os actuais modelos como o Citroën C4 e C5 vêm equipados com este sistema, actualmente digital, mas ainda um grande trunfo tecnológico da marca). Foi utilizado um sistema de alta pressão para activar uns pistões localizados na caixa de velocidades utilizados para alternar entre as mudanças e funcionar a embraiagem na chamada "Citromatic", a versão da Citroën para uma caixa de velocidades semi-automática.
Este sistema hidráulico de alta pressão iria formar o básico de muitos Citroëns, incluindo o SM, GS, CX, BX, XM, Xantia e C5. A Maseratti beneficiou desse sistema em vários modelos: embraiagem hidráuloca (Bora), travões (Bora, Merak), e o protótipo Quattroporte II , que não era mais do que um Citroen SM de quatro lugares por debaixo da pele.
Expansão

Em 1963, a Citroën negociou com a Peugeot para cooperarem na compra de material e equipamento não processado. As negociações terminaram em 1965.
Nesse mesmo ano a Citroën tomou posse da marca francesa Panhard na esperança de utilizar a experiência da Panhard nos modelos de tamanho médio, de modo a completar a sua gama de carros pequenos e baratos (e.g. 2CV/Ami) e os grandes e caros (e.g.DS/ID). A cooperação entre as duas companhias havia começado 12 anos antes, com uma fusão dos seus grupos de vendas em 1953. A Panhard cessou a produção em 1967.
Em 1968 assistiu-se a uma reestruturação da Citroën com a entrada de um novo investidor, a Citroën SA. A companhia de pneus Michelin, detentora da maior parte das acções, vendeu 49% à Fiat, naquele que foi chamado de Acordo de PARDEVI agreement (Participation et Développement Industriels). Nesse mesmo ano a Citroën comprou a Maserati, a marca italiana de carros desportivos e lançou o desportivo/GT SM, que possuía um motor Maseratti V6. O SM foi projectado para substituir o DS, um nível de investimento que não seria suportado noutras circunstâncias. A situação não era no entanto favorável, já que o SM foi banido do mercado americano em 1974, devido à crise energética de 1973.

Período de dificuldades

Grandes perdas surgiram para a Citroën pelo fracasso do motor rotativo Comotor, mais o erro estratégido durante quinze anos (1955-1970) em que não teve um modelo rentável no sector médio do mercado Europeu, e os custos para a produção massiva dos GS, CX, SM, Birotor, Maserati Bora, Maserati Merak, e Maserati Khamsin - cada um uma maravilha tecnológica.
A Citroen estava fraca e incapaz de lutar contra a queda do mercado automobilístico que acompanhou o embargo do petróleo em 1973; em 1973 a FIAT retirou-se do Acordo de PARDEVI e devolveu a fatia de 49% das acções à Michelin. Este era um sinal ameaçador do que ainda estaria para vir, e em menos de um ano a Citroën estava na falência. O Governo Francês receou despedimentos em massa e arranjou negociações entre a Michelin e a Peugeot, onde ficou decidido que haveria uma fusão entre a Automobiles Citroën e a Automobiles Peugeot numa única companhia. Em 1974 a Peugeot comprou 38,2% da Citroën e tornou-se responsável pela gestão das actividades conjuntas, em particular da pesquisa, compras e departamentos de investigação.
A Peugeot viria a vender a Maserati a De Tomaso em Maio de 1975, e a marca italiana rapidamente conseguiu tirar vantagem da imagem de marca da Maserati para vender milhares de modelos do novo Bi-Turbo.

Uma única Citroën

A concentração ficou completa em maio de 1976 quando a Peugeot SA comprou 90% da Citroën SA, e as duas companhias juntaram-se numa única, conhecida como PSA Peugeot Citroen.
Tendo em conta que a Citroën tinha dois novos modelos de sucesso no mercado na altura: o GS e o CX) e a Peugeot era prudente com as suas finanças, o grupo PSA foi um sucesso financeiro desde 1976 a 1979. A PSA comprou então acções da Chyrsler Europa, resultando em perdas para o grupo de 1980 a 1985.
O grupo PSA eliminou gradualmente a atitude ambiciosa da Citroën, dando maior enfâse à engenharia e estilo, num esforço para um reposicionamento da marca. Nos anos 80, os modelos Citroën eram cada vez mais baseados nos Peugeot. O BX de 1982 usava o sistema de suspensão hidropneumático e ainda tinha uma aparência "Citroënesca", apesar de utilizar um motor derivado dos Peugeot e de usar uma planta mais tarde vista no Peugeot 405. No fim dos anos 80, muitos dos pontos distintos da marca sofreram um atraso - o AX GT, por exemplo, foi comentado por jornalistas contemporâneos como sendo um carro de muito má condução - algo não normal para a marca.
A Citroën expandiu-se para muitos novos mercados geográficos. No fim dos anos 70, a marca desenvolveu um pequeno carro para a produção na Romenia conhecido como o Oltcit, que foi comercializado na Europa Ocidental com o nome de Citroen Axel. Uma joint-venture entre a Citroën, a Peugeot, e a Toyota está agora a produzir carros como o Citroen C1 na República Checa. Em China o C3 e o Xsara são vendidos lado a lado com o ZX Fukang e o Elysee (modelos locais). A Citroën continua a ser uma marca mundial, excepto na América do Norte, onde os carros foram banidos em 1974.
Neste momento podemos verificar que a Citroën atingiu uma posição estável em termos financeiros, garantindo espaço para o seu design dentro da PSA, recuperando de uma situação de alguma falta de identidade, que começou em 1991-1992 durando até cerca de 1999, onde surgiram alguns modelos como o ZX, Xsara, C5, que apesar de serem carros bonitos, não possuíam alguma da loucura que caracterizava os carros da Citroën. A Citroen tenta colocar-se novamente como uma referência em termos de design e qualidade, tendo como exemplo o Novo Citroën C5.

Entrando no século XXI

O versátil cCV foi finalmente terminado em 1990 sem substituto. Marcas como a Chrysler com o PT Cruiser, a Toyota com o Scion xB, e a Honda com o Element reconheceram o conceito do 2CV e e transpuseram-no para a era moderna.
Após lançar alguns modelos estranhos (embora eficientes) durante os anos 90, mais recentemente a PSA conseguiu levar a Citroën a redescobrir a sua tradição em inovação, o que ficou provado pelos novos modelos, como o C2, C3, C4, e C6.
A introdução de novos modelos, como a tão esperada substituição do XM, o C6, indica-nos o compromisso contínuo da Citroën em inovar no Século XXI.
Em 2002, a Citroën lançou o C3 e um ano mais tarde o C2, estes dois modelos juntos são a solução encontrada pela marca para a difícil substituição do Saxo. O C3 apresenta-se como um pequeno familiar de 5 portas, enquanto que o C2, de menores dimensões e de apenas 2 portas seduz os apreciadores das versões mais desportivas do Saxo. 2003 é também o ano que indica que a Citroën está definitivamente no bom caminho. Nesse ano, de acordo com os números oficiais do relatório anual do grupo PSA, a Citroën vendeu 1 372 500 automóveis.
O ano de 2004 fica marcado pelo lançamento do Citroën C4. Este é mais um automóvel que reafirma o regresso da marca aos modelos de design mais arrojado, característica da Citroën que se tinha perdido nos anos 90 com o lançamento de modelos mais conservadores como o Saxo e o Zx. A opção de um design mais arrojado por parte da Citroën é uma aposta ganha em duas vertentes:
1º - Actualmente, actualmente os seus modelos demarcam-se de toda a concorrência.2º - O design arrojado de hoje permitirá aos modelos Citroën parecerem bastante actuais dentro de 20 anos.
Em 2008, com o lançamento do Novo C5, a Citroën volta a dar que falar pelos melhores motivos.Com um afastamento cada vez mais notório da Peugeot, o Novo C5 é um automóvel com um estilo muito próprio que marca definitivamente o renascimento do espírito Citroën. Com um design muito atraente e que no seu interior esconde um elevado número de avanços tecnológicos, o C5 versão de 2008 é um automóvel que faz lembrar os tempos de André Citroën, o seu fundador, que graças ao seu espírito criativo conseguia sempre surpreender tudo e todos com as inovações tecnológicas que cada modelo apresentava.

DAEWOO


GM Daewoo (GM Daewoo Auto & Technology ou GMDAT) foi fundada como National Motor em 1937 em Bupyeong-gu, Incheon, Coréia do Sul. Após mudar seu nome para Saenara Motor em 1962, a empresa foi comprada pela Shinjin Industrial em 1965, que mudou seu nome novamente para Shinjin Motor, estabelecendo colaborações com a Toyota.
Após a Toyota abandonar a parceria em 1972, Shinjin Motor celebrou uma parceria com a General Motors denominada General Motors Korea, tendo seu nome mudado em 1976 para Saehan Motor.
Em 1982 o Grupo Daewoo ganhou seu controle e mudou o nome da Joint Venture para Daewoo Motor. No início dos anos 90 a companhia iniciou uma forte expansão por em vários mercados do mundo. Até 1996 todos os seus modelos eram baseado em modelos da General Motors (GM).
Em 2001 a General Motors decidiu comprar a maior parte dos ativos da Daewoo Motor para formar a GM Daewoo. Esta companhia iniciou suas operações em 17 de outubro de 2002, com a GM e seus parceiros Suzuki e SAIC detendo uma participação de 66,7% e gerando investimentos de 400 milhões de dólares. A participação remanescente de 33,3% é detida pelo Banco de Desenvolvimento da Coréia e outros credores coreanos, correspondendo a um investimento de 197 milhões de dólares. Foram excluídas do negócio 15 fábricas, especialmente as fábricas mais antigas da Daewoo em Bupyeong, que agora operam sob o nome de Daewoo Incheon Motor Company como fornecedor de peças para a GM Daewoo; General Motors pretende comprar estas fábricas até 2008. Em fevereiro de 2005, a GM investiu 49 milhões de dólares para aumentar sua participação para 48,2%. Adicionalmente, a GM adquiriu 6.9 milhões de açõe da GM Daewoo no valor de 21 milhões de dólares de propriedade da Suzuki Motors em agosto do mesmo ano. Desta forma, a participação total da General Motors passou a totalizar 50,9%. A Suzuki ainda possui 11% da GMDAT mas especula-se que esteja negociando a venda desta participação para a GM.
A GMDAT tem centros de design, engenharia, pesquisa & desenvolvimento aos quais são delegados o desenvolvimento de vários produtos GM. Em 25 de novembro de 2003 o centro de design foi transferido para um prédio do complexo da sede da empresa em Bupyeong e recebeu a responsabilidade de desenhar um novo utilitarios esportivos sobre a plataforma Theta, a ser apresentado em 2006. Neste mesmo ano a GM delegou formalmente à GMDAT o desenvolvimento de futuros modelos compactos (de acordo como padrão europeu, ou "minicarros"/subcompactos, em conformidade com o padrão americano).
GMDAT tem fábricas de montagem na Coreia e uma linha de montagem no Vietnam. Modelos desenvolvidos pela GMDAT também são montados na China, Tailandia, Índia e Colombia (desde fevereiro de 2005). Seus modelos são comercializados em mais de 140 países. Em 2004, a GMDAT vendeu mais de 900 000 veículos em todo o mundo.

DODGE


Dodge é uma marca de automóveis e veículos comerciais pertencente ao Grupo Chrysler.
A Dodge tem uma longa história de destaque, sempre em busca de identificar e exceder as expectativas dos clientes. No início de 1900, os irmãos John e Horace Dodge decidiram construir um automóvel diferente. Começaram com a produção de peças e, em 1914, desenvolveram sua indústria automobilística. Nos anos 20, os irmãos faleceram e, em 1928, a Dodge Brothers passou a integrar a Chrysler Corporation.
O cabrito montanhês foi adicionado em 1932 aos automóveis Dodge como ornamento do capô, simbolizando estilo agressivo, força e robustez.

FERRARI


Ferrari é um fabricante italiano de carros de corrida e ou desportivos de alto desempenho fundado por Enzo Ferrari em 1929. No início, Scuderia Ferrari patrocinou pilotos e carros de corrida fabricados; a empresa começou sua produção independente em 1946, mais tarde se tornando Ferrari S.p.A., e agora pertence ao grupo Fiat e Piero Ferrari, filho de Enzo. A empresa está sediada em Maranelo, próximo à Modena, Itália.


A "potranca empinada"

Uma Ferrari Enzo

Ferrari Enzo (oil,2007) Painted by Tamás Kádár

No Brasil, ao se comprar um Ferrari você ganha o direito de pilotá-la no autódromo de interlagos no GP do Brasil de F1, antes da corrida.
O famoso símbolo da Ferrari é um cavalo negro empinado num fundo amarelo, sempre com as letras S F de Scuderia Ferrari.
O cavalo era originalmente o símbolo do Conde Francesco Baracca, um lendário "asso" (ás) da força aérea italiana durante a I Guerra Mundial, que o pintou na lateral de seus aviões. Baracca morreu muito jovem em 19 de Junho de 1918, abatido após 34 duelos vitoriosos e muitas vitórias em grupo, tornando-se assim um herói nacional.
Baracca queria o cavalo empinado nos seus aviões porque a sua esquadra, os "Battaglione Aviatori", fora inscrita num regimento da Cavalaria (as forças aéreas estavam nos seus primeiros anos e não tinham administração separada), e também porque ele mesmo tinha a reputação de melhor cavaliere (cavaleiro) de sua equipa.
Houve a suposição que a escolha de um cavalo tivesse sido em parte por causa do facto de que a sua nobre família fosse conhecida por ter muitos cavalos entre os seus bens em Lugo di Romagna. Outra teoria não comprovada sugere que Baracca copiou o desenho de cavalo empinado de um piloto alemão que tinha o emblema da cidade de Stuttgart no seu avião. Coincidência ou não, a fabricante alemã de carros Porsche, de Stuttgart, usou emprestado seu logo de cavalo empinado do emblema da cidade.
Em 17 de Junho de 1923, Enzo Ferrari ganhou uma corrida no circuito de Savio em Ravenna onde conheceu a Condessa Paolina, mãe de Baracca. A Condessa pediu que ele usasse o desenho de um cavalo nos seus carros, sugerindo que isso lhe daria boa sorte, mas a primeira corrida na qual a Alfa Romeo permitiu o uso do cavalo nos carros da Scuderia foi onze anos depois, nas 24 Horas de Spa em 1932. Ferrari ganhou.
Ferrari deixou o cavalo negro como havia sido feito no avião de Baracca; contudo, ele adicionou um fundo amarelo porque era a cor símbolo de sua terra natal, Modena.
O cavalo empinado não foi sempre identificado como marca apenas da Ferrari: Fabio Taglioni usou-o nas suas motocicletas Ducati. O pai de Tagliani foi de facto um companheiro de Baracca e lutou com ele no 91º Esquadrão Aéreo, mas ao passo que a fama da Ferrari cresceu, Ducati abandonou o cavalo; esse pode ter sido o resultado de um acordo privativo entre as duas marcas.
O cavalo empinado é hoje uma marca registada da Ferrari.

Carros desportivos
Os primeiros modelos da Ferrari eram considerados, pela maioria dos pilotos, puramente carros esportivos, não os carros exóticos que conhecemos hoje.

FIAT


A Fábrica Italiana de Automóveis Turim - FIAT é um conglomerado empresarial fabricante de automoveis, lider na indústria automobilística no Brasil a sete anos consecutivos e no mundo, com atuação em outros ramos industriais e também financeiros, sediado em Turim, norte da Itália.
Fazem parte do Grupo FIAT, as marcas automotivas Fiat, Ferrari, ALfa Romeo, Maserati, Lancia, Autobianchi, Innocenti, OM, Iveco, CNH, New Holland, Flexy-Coils, Fiat-Hitachi, Case, Fiat-Allis,esta negociando a possível compra da Volvo e Jaguar da Ford dentre outras. É patrocinadora da Juventus FC, da Sociedade esportiva Palmeiras, do Esporte Clube Vitoria, do Clube Atletico Mineiro, do Ipatinga Futebol Clube e patrocinadora "mini" do Cruzeiro Esporte Clube.

História

O nome FIAT é um acrônimo de Fabbrica Italiana Automobili Torino ("Fábrica Italiana Automóveis Turim" em portugues), mas também pode significar "faça-se" em Latim. Fundada por Giovanni Agnelli, em 11 de Julho de 1899. Seu neto, Gianni Agnelli, chefiou a FIAT de 1966 até sua morte em Janeiro de 2003, quando foi sucedido por seu irmão Umberto Agnelli. Depois da morte de Umberto, em 2004, Luca Cordero di Montezemolo foi nomeado presidente da empresa, porém o herdeiro de Agnelli, John Elkann, tornou-se vice-presidente, com 28 anos. Outros membros da família Agnelli continuam na direção.
As atividades do grupo eram inicialmente centralizadas na fabricação de automóveis e de veículos industriais e agrícolas. Na primeira década do século XX já fabricava também locomotivas, e, com o início da Primeira Guerra Mundial, passou a fabricar ambulâncias, metralhadoras e até motores para submarinos. Com o tempo, diversificou suas atividades, e hoje o grupo atua em vários setores industriais e financeiros. O centro de suas atividades industriais está na Itália, porém atua através de subsidiárias em 61 países, com 1063 unidades que empregam 223.000 pessoas, 111 mil das quais fora da Itália.

Giovanni Agnelli antes de inventar a Fiat foi um grnade produtor de macarrão, o maior da Itália, acham até que ele foi o homem que inventou o macarrão de caixinha.

Atividades

Fiat 500
O grupo FIAT, desde fins dos anos 1960, adquiriu (ou passou a controlar) uma vasta gama de empresas, tais como:
Empresas automobilísticas - a lista inclui marcas como Ferrari, Lancia, Autobianchi (que já pertencia à Lancia), Maserati, Alfa Romeo e Innocenti. A Fiat também é dona de marcas de veículos industriais, incluindo OM e Iveco e esta negociando a compra da Volvo e Jaguar da Ford . Nos anos 70 e 80, a empresa se tornou pioneira no uso da robótica na montagem de motores automotivos. As unidades fabris da FIAT estão entre as mais automatizadas do mundo.
Máquinas agrícolas - o grupo Fiat é também dono da CNH Global, New Holland e do fabricante canadense Flexy-Coils
Veículos para construção, fabricados pela Fiat-Hitachi Construction e New Holland Construction.
Ônibus - fabricados com as marcas Fiat, Iveco ou Irisbus
Aviação - aviões e suas peças eram produzidas pela FiatAvio, (atualmente apenas Avio, e que não mais faz parte do grupo).
Veículos militares
Autopeças - o maior fabricante italiano de componentes automotivos, a Magneti-Marelli pertence à Fiat, e que por sua vez é dono das marcas Carello, Automotive Lighting, Siem, Cofap, Jaeger, Solex, Veglia Borletti, Vitaloni e Weber. Outra marca de acessórios que pertence ao grupo é a Riv-Skf.
Aço e metalurgia - O grupo Fiat é dono da Teksid e produz máquinas para a indústria, incluindo máquinas para a indústria automobilística, com a marca Comau Systems, a qual adquiriu as marcas Pico, Renault Automation e Sciaky.
Imprensa - o grupo Fiat também atua no campo editorial, sendo proprietário do jornal italiano La Stampa (criado em 1926) e as editoras Itedi e Italiana Edizioni. Possui também a empresa de venda de espaços publicitários Publikompass.
Atividades financeiras - Era dono de uma importante empresa de seguros italiana, a Toro Assicurazioni, cedida em 2003 ao Grupo De Agostini. E ainda de empresas menores, como Lloyd Italico e Augusta Assicurazioni, permitindo-o interagir com bancos associados.
Construção - Ingest Facility e Fiat Engineering trabalham com vários ramos da construção civil, enquanto a empresa IPI intermedeia negócios com propriedades.
Tecnologia de informação - A Fiat está presente com a ICT - Information & Communication Technology, Espin, Global Value, TeleClient e Atlanet.
Lazer O grupo possui instalações de esqui Sestrieres, nos Alpes, criada pela família Agnelli.
Outros negócios empresas menores, como Fiat Gesco, KeyG Consulting, Sadi Customs Services, Easy Drive, RM Risk Management e Servizio Titoli trabalham para serviços públicos, prestando serviços de consultoria econômica a financeira. A Fiat também é proprietaria do clube Juventus, da 1ª Divisão do Campeonato Italiano
A Fiat patrocina a Fondazione Giovanni Agnelli, fundação de pesquisa nas áreas social e econômica, e também patrocina o Palazzo Grassi, famoso edifício antigo de Veneza, que hoje é um museu.

Fora da Itália


A FIAT está presente em diversos países. Foi uma das pioneiras na construção de fábricas no Leste Europeu, especialmente na antiga União Soviética, com fábricas em Vladivostok, Kiev e Togliattigrad. A empresa russa AutoVAZ (mais conhecida por Lada) é o exemplo mais conhecido. Possui hoje fábricas no Brasil , Turquia, China, Polónia, Argentina, África do Sul e Índia, onde produz modelos adaptados aos mercados locais e às vezes voltados à exportação, como a linha Palio. No Brasil, segundo o site da montadora, a FIAT está instalada desde 1973 em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e hoje lidera a produção e as vendas no mercado do país, tornando-se a mais importante unidade produtora fora da Itália. Sua planta de Betim é a maior produtora de veículos do Grupo no mundo.
Nos Estados Unidos, porém, a marca Fiat teve pouco sucesso devido à fragilidade dos primeiros modelos, e o acrônimo "Fiat" tornou-se conhecido como "Fix It Again, Tony" (conserte-o de novo, Tony). Já as marcas Ferrari, Maserati, Lancia e Alfa Romeo, todas da FIAT, têm prestígio mundial. No Brasil, a marca FIAT começou a adquirir prestígio em meados de 1980 com o lançamento de carros populares (UNO). Posteriormente, apresentou carros com qualidade interior e bons motores como o Tipo, Tempra e Marea - conquistando o público brasileiro.
Os modelos Fiat atualmente produzidos no Brasil são:
Idea (tipo SUV)
Palio
Palio Weekend
Uno
Fiorino (pick up)
Strada (pick up)
Siena
Punto
Stilo
Doblô (tipo SUV)
Ducato (em parceria com a Peugeot e Citroen (Sevel) e fabricado na fábrica da Iveco em Sete Lagoas/MG).
Linea
Marea

Modelos Antigos

Fiat 147 - Primeiro carro a álcool fabricado em série em todo o mundo.
Brava
Tempra
Tipo
Elba
Prêmio

FORD



Ford Motor Company é uma das maiores produtoras de automóveis do mundo. Sediada em Dearborn, Estado de Michigan nos Estados Unidos, é constituída pelas marcas Ford, Volvo Cars, Lincoln, Mercury, Mazda, e recentemente a Troller, montadora de veículos off-road do estado do Ceará. Atualmente o Presidente ("Chairman") da empresa é o bisneto de Henry Ford, William Ford Jr.
História da Ford

A empresa norte-americana construtora de automóveis Ford foi fundada a 16 de Junho de 1903 por Henry Ford e mais onze sócios. Os tempos iniciais foram complicados, apesar da primeira encomenda ter surgido logo em Julho desse ano. Os primeiros modelos da marca eram nomeados segundo o alfabeto e foram utilizadas as 19 letras iniciais. A Ford foi, em 1913, a primeira fabricante de automóveis do mundo a recorrer à produção em série, uma inovação que posteriormente foi adotada por todas as construtoras. A Ford instalou uma linha de montagem em série na fábrica de Highland Park, no Estado do Michigan, o que permitiu aos operários permanecerem sempre no mesmo local de trabalho e desempenhar a mesma tarefa. Desta forma a Ford conseguiu melhorar os níveis de produção e tornar as viaturas mais baratas. A Inglaterra foi o primeiro país europeu a adotar este conceito, numa fábrica da Ford em Manchester. Em 1908 tinha sido lançado o famoso modelo T que viria a ser o primeiro automóvel a ser produzido em série. Até 1927 foram vendidos 15 milhões de modelos T. A Ford tornou-se então num dos maiores construtores do mundo e em 1925 comprou a empresa Lincoln, para se lançar no fabrico de carros de luxo. Na década de 30 criou a divisão Mercury, destinada a produzir automóveis de gama média. Mas, em 1927, quando deixou de produzir o modelo T, a Ford teve de fechar a fábrica de Detroit enquanto se procedeu a um processo de adaptação para construção do novo modelo A. Em Agosto de 1931, devido à Grande Depressão iniciada dois anos antes, a Ford teve de fechar a fábrica do Modelo A e as vendas só recuperaram os níveis de 1929 dez anos mais tarde. No entanto, a partir de 1941, ano em que os Estados Unidos da América entraram na Segunda Guerra Mundial, a Ford passou a construir aviões de combate. Em 1959 foi lançado na Europa o Ford Anglia, um pequeno carro com um motor de 1100cc, que se tornou num grande sucesso de vendas. Seguiu-se o Ford Cortina, em 1962, e o Escort, em 1968. Este último foi o primeiro carro da marca a ser construído simultaneamente na Alemanha e em Inglaterra, já que até então cada país produzia os seus próprios modelos. Refira-se que carros Ford na Europa sempre tiveram versões diferentes dos vendidos nos Estados Unidos da América. Em 1967 a Ford estabeleceu-se também na Europa e dois anos depois surgiu o Capri, um carro de aspecto desportivo que cativou uma enorme clientela. Foi produzido até 1986. Em 1976 começou a ser produzido em Espanha o Ford Fiesta, que viria a ser um dos carros mais populares da marca. Tratava-se um pequeno automóvel que conheceu diversas remodelações e continuou a ser produzido mesmo depois do ano 2000. Pouco depois, em 1982, surgiu o modelo Sierra, uma viatura de gama alta que contra a corrente da época mantinha a opção pela tracção traseira. Mesmo assim foi outro modelo bem sucedido. O Fiesta, o Sierra e o Escort ajudaram a Ford, na década de 80, a atravessar um dos melhores períodos do seu historial, mas no início da década de 90 a marca sofreu um declínio. A recuperação surgiu já nos anos 90, principalmente graças ao sucesso do carro de gama média Focus, lançado em 1997 para substituir o Escort. No ano anterior tinha surgido o pequeno e inovador Ford Ka, que na Europa atingiu bons níveis de vendas. Actualmente o grupo Ford engloba a Lincoln, Mercury, Mazda, e Volvo.

Ford Século XXI

A Ford nos últimos anos vem passando por uma reformulação com vistas a redução de folha de pagamento e custos de produção. Pra custear tal reformulação vendeu algumas marcas do seu acervo, tais como a Aston Martin, Land Rover e a Jaguar. O conceito de carro global atualmente é uma coisa necessária em função de redução de custos de produção e ciente disso a Ford já elegeu seu carro chefe dessa nova fase: O Ford Fiesta. Carro elaborado com base no conceito Verve é o novo projeto global da marca, a Ford disse recentemente em nota oficial de que o novo Ford Fiesta é o Ford T do século XXI.

Ford no Brasil

A Ford do Brasil começou seus primeiros investimentos em 1919, sendo a primeira produtora de automóveis a se instalar no Brasil. Possui atualmente fábricas nas cidades de São Bernardo do Campo, Taubaté e Camaçari (BA), além de um campo de provas na cidade de Tatu

GM


General Motors Corporation, também conhecida apenas pela sigla GM, é uma transnacional com sede nos Estados Unidos da América, Detroit, cuja principal área de negócios é a produção de automóveis.
A GM tem várias marcas no seu portifolio, entre as quais, as cinco marcas originais de automóveis da GMC: Buick, Cadillac, Chevrolet, Oldsmobile e Pontiac, além da GMC que fabrica exclusivamente caminhões, grandes peruas e camionetes; e outras marcas mais modernas, como: Daewoo, Holden, Hummer, Opel, Saturn, Saab e Vauxhall. É dona também, de 50,7% da GM Daewoo, 3% da Suzuki e de 34% da Wuling. É ainda parceira da Isuzu, Subaru e Lada.
Todo este grupo faz com que a GM, seja a maior montadora de automóveis do mundo, empregando 327 000 trabalhadores.

História
A montadora de automóveis estadunidense foi fundada em 1908 sendo na altura a empresa proprietária da Buick. No ano seguinte a GM adquiriu as marcas Cadillac, Oldsmobile, Pontiac e a Chevrolet, totalizando mais de 30 empresas até 1930. Em 1923, Alfred Sloan Jr assumiu a presidência do grupo, na altura responsável pela comercialização de 10% no mercado americano. Quando saiu, em 1956 a GM era já a maior montadora de automóveis do mundo.
Na década de 20, a GM comprou a empresa de carros Yellow Coach, que produzia os populares carros amarelos americanos. Nos anos 20 e 30, a GM expandiu-se para a Europa, principalmente para a Alemanha, o que lhe valeu acusações, após o final da segunda guerra mundial, de ter fabricado caminhões que contribuíram para a formação da frota militar nazista. No entanto, os negócios acabaram quando os EUA entraram na guerra contra a Alemanha em 1941. Durante a guerra, a GM converteu quase todas as suas fábricas para a construção de material militar. Após o fim da guerra a produção de automóveis da empresa cresceu muito, com uma série de novos carros das diferentes marcas do grupo, melhoradas por várias inovações técnicas e de design.
No início da década de 70, a GM lançou um ambicioso programa tendo em vista a remodelação de todos os seus produtos para que se tornassem mais económicos. Assim os carros passaram a ser mais leves e menores embora sem prejudicar o conforto. Em 1984 a GM associou-se à Toyota para produzir um pequeno carro, o Chevrolet Nova, que foi lançado no mercado em 1985. Foi uma aliança até então inédita entre firmas americanas e japonesas. Em 1996, a GM foi a primeira montadora a produzir um automóvel elétrico em escala, o EV1.
Atualmente, a GM passa por uma fase complicada, tendo seguidos anos de prejuizo e várias fábricas fechadas devido à produção de veículos que consomem muito combustivel e também pela forte alta do preço do petróleo, porém conta com um plano de reestruturação economica. Em 30 de junho de 2006, a General Motors, anunciou que deseja fazer uma aliança com a Renault-Nissan.
Em 2008 a Chevrolet do Brasil implementa novo turno de carga horária a funcionários, devido ao grande sucesso das vendas do CELTA, almejando a liderança da categoria de populares. No final do ano passado, a Chevrolet iniciou as vendas do Prisma que é considerado a versão sedan do CELTA. Outros carros foram re-estilizados, a exemplo do Vectra.

HONDA


Honda Motor Company, Limited (, Honda Giken Kōgyō Kabushiki Kaisha?, Instituto Honda de Pesquisa Tecnológica Compania Limitada) é uma das mais importantes montadoras de automóveis e motos do mundo. Fundada por Soichiro Honda, um jovem sonhador e realizador que desde a infância mostrava-se um visionário de seu tempo. Com isso surgiu o lema: "The power of dreams" (em português, o poder dos sonhos). Embora seja uma empresa sediada no Japão, a Honda exporta seus automóveis para o mundo inteiro.

Brasil

Em 26 de outubro de 1971 começa a funcionar a Honda Motor do Brasil Ltda., responsável pela importação e distribuição dos produtos Honda no País. No ínicio apenas motocicletas, dois anos mais tarde também produtos de força.

Primeira Fábrica

Em 1974, a Honda adquire um terreno de 1 milhão e 700 mil metros quadrados em Sumaré, no interior do estado de São Paulo, para instalar a fábrica de motocicletas. Um ano depois, o governo vetou a importação de motocicletas, o que forçou a Honda a antecipar seu projeto e construír sua fábrica em "Manaus"(AM). A grande vantagem desta fábrica é a localização na Zona Franca, permitindo importar componentes do Japão com preço competitivo. Tendo Pelé como garoto-propaganda, começa em setembro de 1976 a produção da Honda CG125, moto urbana de mecanica simples. Em 1977 eram fabricadas 34 mil motocicletas no mercado brasileiro e a Honda já respondia por 79% deste total. Em 1981 foi produzida na fábrica de Manaus a primeira motocicleta a álcool do mundo, uma CG125. Atualmente, segundo a ABRACICLO (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) a Honda produziu no Brasil no ano de 2005 um total de 981.590 motocicletas, o que corresponde a 80,9% da produção brasileira. O índice de nacionalização da CG 150 Titan é de 95%.

Automóveis - segunda fábrica

No ano de 1992 a Honda inicia a importação de automóveis para o Brasil. Inicialmente com a comercialização do modelo Accord e após do Accord Wagon, Civic Sedan, Civic CRX, Prelude e o Civic esportivo hatchback. Com uma boa perspectiva a Honda decide construir uma fábrica de automóveis no terreno que mantinha há mais de 20 anos em Sumaré. Em 3 de junho de 1996 começam as obras da nova fábrica, que foi inaugurada em 06 de outubro de 1997, com capacidade para produzir 15 mil unidades do modelo Civic Sedan por ano. Em 2005, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores) foram emplacados 57.039 veículos da marca no Brasil. O plano é continuar expandindo a fábrica de Sumaré até atingir as 100 mil unidades anuais. Em fevereiro de 2005, o Honda Fit passou a contar também com a motorização de 1.5 litros

Automóveis Honda

A Honda disponibiliza uma vasta gama de automoveis. Entre estes os modelos Civic, Prelude, Hr-v, Crx, Cr-v, Nsx, Acord, Element, Integra, Beat e o emblematico S2000 entre outros. A marca japonesa possui ainda os modelos Insight, IMA(integrated motor assist), e o mais recente Hybrid, sendos estes ultimos modelos carros assistidos por motor electrico. Ultimamente, tem se destacado os novos modelos Fit. Trata-se de um modelo mais acessível ao público, sendo que a sua autonomia é grande em relação ao consumo de combustível. Em novembro de 2006 foi lançado o modelo Fit a gasolina e à álcool. No ano de 2008 a montadora começou a produzir carros movidos a Hidrogênio, sendo a primeira no mundo a realizar este feito

Honda - Competição

A Honda ingressa em diversos campeonatos motorizados, nomeadamente na Formula 1, Indy car, Moto GP, SuperSport, Motocross, Trials, MTB, HRC, e ainda Superboats.EDICSON

ASIMO

ASIMO, Advanced Step In Mobility, é um robô que pode carregar até 1/2 kg (versão 1,30 m) e 10 kg (versão 1,80 m) e que pode fazer tarefas que o ser humano pode como subir escadas, correr, etc.

TROLLER


A Troller Veículos Especiais S/A é uma indústria fabricante de veículos utilitários tipo fora de estrada localizada na cidade de Horizonte, Ceará.
A história

Foi fundada em 1995 por Rogério Farias e em 1997 o empresário Mário Araripe (que também atua no ramo têxtil e de construção civil) adquire a empresa e investe na expansão da fábrica e na linha de produtos. Nesses últimos nove anos, a Troller ganhou visibilidade apenas com o jipe T4, hoje com motor eletrônico MWM/International 3.0, Intercooler, de 163 cavalos. Mas também se tornou especialista em veículos especiais, ao desenvolver o jipe militar, carro-bombeiro e aqueles destinados às operações em minas subterrâneas. Os primeiros jipes T4 saíram da linha de produção com motor à gasolina (1997-2000) e, na seqüência, com motor mecânico MWM Diesel 2.8, de 114,25 cavalos (2001-2005). Desde fevereiro de 2006, no entanto, a Troller passou a disponibilizar a picape Pantanal. Com esses dois produtos, a montadora amplia sua atuação no nicho de veículos especiais em que se posiciona, como diz o próprio nome da empresa. Hoje, a Rede Autorizada Troller de Concessionárias conta com 22 pontos de atendimento e a rede de postos de assistência técnica chega a 48 estabelecimentos credenciados em todo o País. No distrito industrial de Horizonte, a 37 quilômetros de Fortaleza, operam os departamentos de Design, Engenharia, Produção e Recursos Humanos e, em São Paulo, os departamentos comercial, marketing, pós-venda e suprimentos.

A aquisição pela Ford

No dia 4 de janeiro de 2007, em audiência com o Presidente Luíz Inácio Lula da Silva, o presidente da Ford Motor Company para a América Latina anunciou a aquisição da Troller, que passa a fazer parte do grupo, juntamente com Lincoln, Mercury, Mazda e Volvo Cars.

HUMMER


O Hummer é um veículo da AM General e sua marca, assim como o direito de marketing, pertencente à GM. Ele foi desenvolvido a partir do HMMWV, originalmente um veículo de guerra que acabou caindo no gosto dos consumidores estadunidenses e virou sucesso de vendas entre as SUVs (Sport Utility Vehicle).

História

Hummer, modelos H3, H1 e H2.
Conhecido pelas suas ações na Guerra do Golfo, o Hummer, hoje, incorporou o espírito de aventura. Apesar de suas 3,1 toneladas o Hummer tem pneus avantajados que os fazem ignorar pedras, escalar barrancos e se comportar como um tanque. A força de sua tração vem do conjunto motor-câmbio da GM: um V8 6.5 turbodiesel, controlado eletronicamente, que gera 195 cv a 3.400 rpm. O torque impressiona: são 59 mkgf a apenas 1.800 rpm. Isso significa que o carro precisa de pouca aceleração para vencer obstáculos. Na estrada, o Hummer alcança 90 km/h a 2 mil rpm. A fábrica informa que ele chega a 134 km/h . Mas é no barro que o Hummer se sente bem. Seus 40,6 cm de distância livres do solo e o fato das rodas estarem nas extremidades do carro fazem com que o Hummer vença qualquer obstáculo.
Segundo o fabricante, ele atravessa trechos alagados com até 76,2 cm de profundidade, sobe rampas de até 60% (27o) e aguenta inclinação lateral de 40%. O câmbio automático de 4 marchas tem seletor de reduzida que pode bloquear o diferencial. Os quatro freios a disco exigem pressão extra no pedal. Já o freio-motor é muito forte, especialmente na reduzida. Os discos de freio não estão nas rodas, mas nos diferenciais, e as rodas ligam-se ao diferencial diretamente por juntas homocinéticas. A direção hidráulica é superleve e o tanque de diesel, na verdade dois, tem a capacidade para armazenar até 159 litros. No painel, você encontra velocímetro, voltímetro, manômetro de óleo, termômetro de água, nível de combustível, relógio, pressão dos pneus, conta-giros, controlador de velocidade etc. O Hummer tem um equipamento chamado CTIS (Central Tire Inflation System), um compressor elétrico de ar que funciona movido por um pequeno motor. Para acionar, basta apertar um botão no painel. Tem ainda um manômetro (medidor de pressão) que possibilita a checagem da pressão dos pneus aos pares - traseiros e dianteiros. Dá para encher o pneu em movimento devido a uma tubulação que chega até ele pelo centro da roda. Quando a roda gira a tubulação não torce. Se um dos pneus furar, você desconecta as mangueiras ligadas aos outros três pneus para que apenas o vazio infle. O Hummer ainda tem uma mangueira auxiliar para encher o pneu de outro automóvel.

Linha de tempo


1903: As raízes americanas do Hummer começam a surgir em 1903 quando a Standard Whell Company e a Terre Haute, uma indústria fabricante de bicicletas, decidiram entrar para o ramo de automóveis criando a Overland Automotive Division, apresentando o “Runabout”como seu primeiro automóvel.
1908; John North Willlys compra a Overland.
1912: A Willys-Overland Company era formada. A nova companhia começou a produzir a famosa série de veículos Willys Knight e depois introduziu o “Whippet”.
1940: Em defesa do esforço de guerra, Willys-Overland projetou o Jipe " original " e fabricou mais de 350,000 dos veículos legendários 4x4.
1953: A Willys-Overland foi comprada por Henry J. Kaiser que renomeou a companhia para Willys Motors Inc., que em seguida seria mudado Kaiser-Jeep Corporation, em seguida fecha um contrato com a companhia do já falecido Studebaker para fabricar caminhões militares.
1970: Comprada pela American Motors Corporation e renomeada para Jeep Corporation, a companhia operou duas unidades separadas – a Divisão de Produtos Comerciais e a Divisão de Produtos Gerais.
1971: A Divisão de Produtos Gerais deixa de existir e é adquirida como uma subsidiária da American Motors passando a ser AM General Corporation.
1979: A história do Hummer começou este ano com necessidade de desenvolver um veículo com vários propósitos (HMMWV) para satisfazer os mais altos padrões do Exército Norte-Americano.
1980: Em julho, o Hummer, protótipo da AM Genera foi testado no deserto de Nevada. Menos de um ano depois foi designado para algumas operações.
1981: O exército norte-americano premia o Fase 1 com o pedido de contrato para a AM General para o desenvolvimento de veículos protótipos.
1982: AM General entrega 11 veículos de protótipos para o Governo norte-americano.
1983: Em março, AM General foi premiada com um contrato de produção inicial de 55.000 veículos militares norte-americanos. A ampliação da empresa começa em abril. AM General Corporation era depois vendida através da American Motors para a LTV Corporation depois deste ano.
1984: Primeira produção do Hummer completatada.
1985: A produção do Hummer aumenta...
1986: Os escritórios da AM General se mudam para South Bend, Ind., em Livonia, Michigan.
1989: A AM General assina um contrato de aumento de produção para 33.3331 veículos militares.
1990: Inicia o trabalho de design do civil Hummer.
1991: A AM General anuncia intenção de comercializar o Hummer para o público.
1992: 100.000º unidade militar do Hummer produzido. Entrega do primeiro Hummer para um civíl. Começa a produção do Hummer para civís. A companhia foi vendida para sua atual dona, a Renco Group, Inc.
1993: AM General amplia seus negócios militares assinando um contrato para a refabricação e modernização de mais de 2.400 veículos “fora de uso” de 2 ½ ton., série M44A2.
1994: Começa a produção do novo M35A3.
1994-95: O Exército norte-americano fecha um contrato adicional com a AM General para a produção de 1.200 e 8.800 HMMWV, para serem produzidos para o ano 2000. Estes trazem o total de veículos construídos e entregues para exército norte-americano.
1996: Primeiro Hummer turbo-diesel é apresentado ao Salão do Automóvel Norte Americano.
1999: É apresentado ao Salão do Automóvel Norte Americano com controle de tração nas 4 rodas e sistema de freio com anti-travamento.

Modelos


Atualmente o Hummer está disponível em quatro versões:
H1 Alpha - versão maior e mais rústica do Hummer, é praticamente o veiculo usado pelo Exército Americano.
H2 Wagon - versão mais bem acabada do Hummer, sucesso de vendas nos EUA. Versão SUV do H2.
H2 Sut - versão pickup do H2.
H3 - versão menor mais acessível do Hummer, também é sucesso de vendas nos EUA.
Todos os Hummers com exceção do H2 Sut, são SUVs.

Hummer no Brasil
Depois de anos, a General Motors lançará a marca Hummer junto com a marca Cadillac. Jaime Ardila, Presidente da GM no Brasil não disse quais são os modelos que serão lançados.

HYUNDAI


A Hyundai - do coreano Hyeondae (ou 현대) que significa "tempos modernos" - é uma marca sul-coreana de automóveis, fundada em 1946. Começou a construir viaturasmas somente dois anos depois, em 1948, na época tinha um acordo com a empresa norte-americana Ford para produzir carros desta marca apenas para o mercado interno.
Só em 1974 foi construído o primeiro carro da marca Hyundai, desenhado e concebido em exclusivo pela marca, o pequeno modelo Pony, que foi apresentado nesse ano no Salão Automóvel de Turim, na Itália. Contudo, o Pony utilizava tecnologia dos japoneses da Mitsubishi, como o motor, a transmissão e a suspensão. O modelo foi desenhado pelos estúdios de design italianos da Giugiaro. Em 1976 a Hyundai exportou o seu primeiro carro, precisamente um Pony. Seis anos depois, o Pony II foi apresentado, já com uma linha mais moderna, e em 1984 atingiu um total de 500 mil viaturas produzidas. Nesse mesmo ano foi apresentado o modelo Stella.
No ano seguinte a Hyundai estabeleceu-se também nos EUA, na mesma altura em que foi lançado o Excel e em que foi inaugurada uma nova fábrica na Coreia do Sul, capaz de produzir 300 mil viaturas por ano. No ano seguinte a Hyundai atingiu o total de um milhão de carros produzidos e apresentou um modelo de luxo, o Grandeur. Em 1987 lançou-se no mercado dos mini-autocarros e dos caminhões. Em 1989 montou uma fábrica destinada a construir motores V6 e no ano seguinte lançou o coupé esportivo Scoupe e o luxuoso Sonata.
Em 1991 apresentou o primeiro motor de fabrição própria, nomeado Alpha, para três anos mais tarde lançar outro propulsor, este com o nome de Beta. Ainda em 1994 lançou o modelo Accent, com motor Alpha, que viria a ser um grande sucesso de vendas. No entanto, a associação com a Mitsubishi manteve-se e esta marca fornecia motores para os modelos Elantra e Sonata, de maiores dimensões.
Em fase de grande expansão, a Hyundai apresentou em 1996 dois novos modelos, o esportivo Tiburon e o Sonata III, tendo ainda lançado o Dynasty, um carro de luxo.
Entretanto, a crise económica vivida em 1998 levou a que surgissem diversas fusões na Coreia do Sul e a Hyundai comprou a Kia em Novembro desse ano. Isto formou o grupo Hyundai Kia Automotive Group. No entanto, sempre manteve diferenças a nível de modelos entre as duas marcas.
A Hyundai foi patrocinadora da Copa do Mundo de 2006.
No ano de 2007 a Hyundai lança o i30 o salão de Frankfurt.

INFINITI


Infiniti é a marca de luxo da Nissan, a qual tem seus modelos comercializados nos seguintes mercados: Estados Unidos, México, Canadá, vários países do Oriente Médio, Coréia do Sul e Taiwan. Em 2007 a marca chegará à Europa continental, à Rússia e à Ucrânia. Em 2008 será disponibilizada também no Reino Unido e na China e no Japão somente após esta data.
A linha Infiniti é tradicionalmente baseada em plataformas de modelos da Nissan entretanto a tendência atual é que as diferenças se acentuem, a fim de melhor delinear a marca sob os conceitos de luxo e performance. Os concessionários Infiniti, por exemplo, têm toda uma estrutura e arquitetura diferenciada.
Seus modelos de coupés e sedans recebem nomes com 1 letra, enquanto os utilitários esportivos recebem 2 letras como denominação. Após a(s) letra(s) segue uma referência à motorização do modelo.

História

A Infiniti foi criada nos Estados Unidos pela Nissan em 1989 a fim de competir com as marcas de luxo da Toyota e da Honda: Lexus e Acura, respectivamente.
O primeiro modelo de sucesso da Infiniti foi o Q45, que era equipado com o V8 mais potente da sua categoria na época além de suspensão ativa e outros recursos tecnológicos. Este modelo roubou significativamente venda de modelos da BMW e Mercedes-Benz, os quais na época vendiam significativamente mais que modelos da Cadillac e Lincoln.
Durante os anos 90 as vendas caíram bastante, especialmente devido à má situação financeira da Nissan, e por volta do ano 2000 a Infiniti quase desapareceu. Juntamente com a revitalização da Nissan, capitaneada por Carlos Ghosn, a Infiniti passou por uma reformulação severa e ganhou foco na performance esportiva. Hoje é uma marca que goza de excelente reputação e está em franca expansão, tanto da linha de modelos quanto da participação em mercados mundiais.

JAGUAR


Jaguar Cars Limited é um fabricante inglês de automóveis de luxo, de propriedade da Ford Motor Company, com sede em Coventry. Foi fundada com o nome de SS Cars Ltd em 1922 e em 1945 mudou o nome para Jaguar. Recentemente, a marca foi comprada pela indiana Tata Motors. Antes, a empresa pertencia a americana Ford Motor Company.
Por aliar desempenho e luxo em seus produtos, tem como concorrentes diretos a BMW, Mercedes-Benz, Porsche, Cadillac, e a Infiniti, ente outros.

História

Jaguar XK 2005
Fundada em 1922 como Swallow Sidecar Company, por dois amantes de motocicletas, William Lyons e William Walmsley. O nome Jaguar apareceu a primeira vez no modelo SS Jaguar 2,5 Litros de quatro portas, dias antes do Salão do Automóvel de Londres de 1935. O nome SS Cars Ltd estava em todos os modelos da marca, mas foram rebatizados para Jaguar Cars Ltd depois da Segunda Guerra Mundial, pela conotação desfavorável da sigla SS.
Depois de diversas fusões e separações com outros fabricantes, em 1989 a Jaguar foi comprada pela Ford, que devido ao prejuízo em seus investimentos, pensa em colocar a Jaguar a venda.
Instalada originalmente em Blackpool, transferiu-se para Coventry em 1928, para ser o coração do British motor industry, região onde se concentrou diversas empresas do setor automobilístico inglês. Hoje seus carros são montados em Birmingham e Liverpool. A antiga fábrica de Coventry parou de produzir em 2005.
A Jaguar possui também a construtora de automóveis Daimler Motor Company (não confundir com o grupo Daimler-Benz) em 1960. Desde então, os modelos mais luxuosos da Jaguar passaram a receber Daimler em seus nomes.

JEEP


Jeep, ou jipe, é um nome genérico dado aos automóveis destinados ao uso fora de estrada, ou off road, normalmente com tração nas quatro rodas. A palavra jipe é um aportuguesamento do termo em inglês jeep, derivado da pronúncia em inglês da sigla GP, que significa general purpose ou "uso geral".
O veículo surgiu durante o esforço de guerra americano, no final dos anos 30 e início dos 40, em que era necessário um veículo leve, com capacidade de superar terrenos difíceis e com obstáculos e com capacidade para levar alguns homens e armamentos. Ao final da segunda guerra, a Willys requisitou o registro do nome Jeep.
O primeiro protótipo foi o Bantan BRC cuja traseira é semelhante às traseiras do Jeep Willys e do Jeep Ford mas a frente é arredondada, bem de acordo com o design típico do final dos anos 30. Está na mente coletiva que o primeiro Jeep foi o Willys MB ou simplesmente "42" (de 1942). Mas isso é um erro. Antes dele, outros modelos de Jeep foram enviados para as frentes de combate, como o Willys Quad, o Bantan BRC 40, o Willys MA e o Ford GP ou Pigmy. O veículo da Ford era denominado como "GP" e pode ser a origem para a denominação Jeep.
A ligação entre o nome Jeep e a tração 4x4 é creditado ao piloto de teste da Willys, Irvin Hausmann, que escolheu o nome para o seu veículo em 1940 durante testes para o exército americano. Até então eram referenciados por outros nomes como Bug, Blitz Buggy, Puddle Jumper, Peep ou Quad. O nome Jeep foi trazido a público por Katherine Hillyer no jornal Washington Daily News, em 16 de março de 1941, quando relatou que ao final de uma demonstração alguém da platéia perguntou a Hausmann como ele chamava aquele veículo e ele respondeu: "It's a Jeep!", ou "É um Jeep!".
No Brasil, a Vemag produziu o Candango, entre 1958 e 1963, uma versão sob licença do DKW Munga. A Vemag tentou lançar esse veículo no Brasil denominando-o como Jeep DKW-Vemag, mas a Willys detinha os direitos sobre a denominação Jeep e daí surgiu o nome Candango, em homenagem aos operários que trabalharam na construção de Brasília.
Atualmente, a Jeep pertence ao grupo Daimler Chrysler e disponibiliza uma série de modelos com essa denominação. No Brasil, o Jeep foi lançado no final dos anos 50 e foi produzido até o início dos anos 80, inicialmente pela Willys Overland do Brasil e depois pela Ford, que adquiriu a Willys e depois a Chrysler no Brasil.
Um avião, na verdade um protótipo, também foi chamado de "Jeep". Em 1937, o protótipo de um avião bombardeiro YB 17 foi apelidado de "Jeep" por sua boa performance. O YB 17 foi o antecessor do Boeing B17, a "Fortaleza Voadora".
Além disso, houve uma personagem de histórias em quadrinhos chamado "Jeep". Em 16 de março de 1936 a personagem conhecido pelo nome de Eugene the Jeep foi criado pelo cartunista E. C. Segar para fazer companhia ao Popeye. Ele era do tamanho de um cachorro e nativo da África e capaz de passar para a quarta dimensão. Ele resolvia todos os problemas do Popeye e da Olivia Palito e sempre falava a verdade. Este personagem cativou o público e se tornou rapidamente popular. O termo "Hey, he's a real Jeep!" ou "Ei, ele é um verdadeiro Jeep!" era constantemente empregado para pessoas que demonstravam uma capacidade superior.
Houve uma grande linhagem de Jeeps militares e civís. Entre os Jeeps militares da Segunda Guerra Mundial estão o Ford GPA, o Jeep Anfíbio; o Nuffield MB Ligthweigh, com peso aliviado e fabricado na Inglaterra; o Willys MB Ligthweigh, com peso aliviado e projeto americano; o Corsley Pup, que tentou concorrer com as outras versões leves; o Willys MB 6x6, com canhão anti-tanque; o Willys T28, com esquis e esteiras para neve; o Willys MB longo e o Willys T25, um blindado de reconhecimento. Entre os Jeeps militares surgidos após a Segunda Guerra Mundial estão o Willys M38; o Willys CJ3B, de 1954; o Jeep Hotchkis, feito na França; o Jeep M38 A1; o Jeep M170, uma versão alongada do M38 A1; o AMC M151 A2 e o Might Mite. Entre os civis estão o Willys CJ2A, de 1945; o Willys CJ2, de 1947; o Willys CJ3A, de 1951; o Willys CJ3B, de 1954; o Jeepster; o Jeep Mitsubishi, japonês; o Jeep Mahindra Ford, indiano; o Jeep Ford 101 e o Jeep Ford de 1975 , brasileiros; o Jeep C101 Comando, com tração nas quatro rodas; o Jeep CJ5, com motor V8; o Jeep CJ6, um CJ5 longo; o Jeep CJ7 e o Jeep CJ8 Scrambler; o Jeep Renegade; o Jeep Chrysler Wrangler 1996 e o Jeep Chrysler Wrangler 1997, com molas helicoidais. Entre os modelos especiais estão o Willys CJ3C, bombeiro; o Willys DJ3 e o Willys DJ5, para serviço postal; o Jeep FC 150 e o Jeep FC 170. Entre os modelos "conceito" estão o AMC Jeep II; o Jeep Chrysler Icon, de 1997; o Jeep Chrysler Sahara, com quatro portas, de 1998; o Jeepster 1998 e o Willys 2 2001.

KIA


A Kia Motors Company é uma das grandes indústrias da Coréia do Sul e uma das maiores do mundo no setor automobilístico. A empresa sul-coreana Kia foi fundada em 1944 com o propósito de construir rodas para bicicletas. A fábrica ficou instalada em Seul.

História

Durante a Guerra da Coreia, que decorreu entre 1950 e 1953, a Kia mudou as instalações para a cidade portuária de Pusan, no sul do país, tendo passado a designar-se Indústrias Kia. Nesta altura, mais concretamente em 1952, começou a fabricar bicicletas, chamadas Samcholli. Após o fim da guerra a Kia montou outra fábrica, na localidade de Shiheung, para poder dar vazão às encomendas de bicicletas.
A empresa foi crescendo e em 1961 lançou um motor para motorizadas tipo scooter. No ano seguinte criou um pequeno veículo comercial de três rodas. Na década de 70, a Kia estabeleceu-se como construtora de viaturas, tendo começado com os camiões Titan e Boxer. Dado o crescimento da empresa, em 1973 foi construída uma nova fábrica em Sohari, criada de raiz para a concepção de viaturas motorizadas. Logo nesse ano a fábrica começou a produzir motores a gasolina.
Em 1974 a Kia apresentou o seu primeiro carro de passageiros, chamado Brisa. Dois anos depois a empresa comprou a Asia Motors, uma construtora de veículos comerciais. 1978 foi o ano em que a Kia começou a construir motores a diesel. Nesta altura a marca coreana já tinha ganho uma boa reputação internacional, o que lhe permitiu ser escolhida em 1979 para fabricar para o mercado nacional os Peugeot 604 e os Fiat 132. No entanto, no início da década de 80 a marca entrou em declínio e passou por um processo de reestruturação. Assim, durante a primeira metade da década de 80, apostou essencialmente na produção de viaturas comerciais, entre as quais se destacavam os modelos de camiões e carrinhas Bongo.
Os japoneses da Mazda e da C. Itoh investiram na Kia em 1983 e a norte-americana Ford em 1986, permitindo à marca coreana apostar na pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Dessa forma, no final da década surgiram modelos como o Conord e o Capital. Em 1990 a marca adoptou o seu corrente nome, Kia Motors, e inaugurou uma nova fábrica que lhe permitiu duplicar a produção e atingir os 700 mil veículos por ano. Em 1991 a Kia lançou-se no mercado internacional com os modelos Sephia e Sportage, este último com características de todo-o-terreno.
O 50.º aniversário da marca foi assinalado em 1994 com a mudança de nome para Kia Motors Corporation e com o lançamento do primeiro motor coreano de 16 válvulas a gasolina. Em Julho desse mesmo ano, a Kia começou a ser comercializada em Portugal. Em 1995 começou a produzir carros Sephia na Europa e dois anos depois lançou de uma vez três modelos novos: o Carnival, (primeira minicarrinha coreana), o desportivo Shuma e uma série de caminhões.
Entre 1997 e 1998 a Kia esteve perto da bancarrota, mas acabou por ser adquirida em 1999 pela Hyundai, outra marca sul-coreana. Depois disto, surgiu o conglomerado Hyundai Kia Automotive Group. Entretanto, em 1998 tinha lançado o Kia Carnival, um monovolume de grande porte que fez bastante sucesso em Portugal a partir de 2000.
BRASIL

No Brasil a Kia Motors está desde 1991, é Representada por José Luis Gandini, tem sua sede em Itu - SP e o pátio onde os veículos recebidos da Coréia e distribuídos para as concessionárias fica localizado em Vitória - ES

SSANGYONG


SsangYong Motor Company é a quarta maior montadora da Coréia do Sul. Seu nome significa Dragões Gêmeos. Em 1997 a Daewoo Motors comprou o controle da companhia, o qual foi vendido em 2000, em virtude de problemas financeiros. No final de 2004 a chinesa SAIC (Shanghai Automotive Industry Corporation) comprou 51% de participação.

LADA


Lada é uma marca da Avtovaz, uma montadora Russa de Togliatti. O nome substituiu o original "Zhiguli", cuja fonética semelhante com "Gigolo" acabou por prejudicar as exportações. A marca ficou famosa no oeste da Europa com o Lada Riva, carro econômico vendido em grandes quantidades durante os anos de 1980-90. No entanto, modelos subseqüentes não conseguiram o mesmo sucesso.
Atualmente, a empresa mantém um acordo de cooperação semelhante a uma joint venture com a GM (General Motors - Alemanha), da qual inclusive, recebeu investimentos para tirar do papel o novo Niva (VAZ 2123), que é montado nas dependências da Avtovaz, saindo da linha de montagem com o emblema da Chevrolet. O nome Niva, atualmente, pertence à GM, e o antigo Niva (VAZ 2121) passou a ser chamado de Lada 4x4.
Essa injeção não só possibilitou à fábrica russa ter um produto novo e de qualidade como também lhe deu fôlego para projetar no mercado um novo veículo, o Lada Kalina, nas versôes hatch, sedan e station wagon, de inegável beleza externa e interna, à altura de seus similares de outras marcas internacionais.
Atualmente, a Lada ainda produz o famoso Riva, conhecido em alguns mercados como Laika, em outros simplesmente como Lada 2105, devido ao seu baixíssimo preço e à sua grande aceitação. Também produz o Samara nas versões hatch 3 e 5 portas, conversível e sedan, o Samara II, nas versões hatch 5 portas e sedan, o Lada 110 (conhecido em alguns mercados como Aphalina), nas versões hatch 5 portas, sedan, station wagon, limousine, niva nas versões 2 e 4 portas e conversível, novo niva e Lada Kalina nas tres versões da gama, além de uma minivan, Nadesha, sobre a plataforma do Niva para 7 pessoas.